Um estudo europeu chamou a atenção ao comparar as bactérias presentes na barba de homens com aquelas encontradas no pelo de cães. A pesquisa analisou amostras coletadas de 18 homens barbudos e de 30 cães de diferentes raças. Os resultados mostraram que algumas barbas apresentavam uma quantidade maior de bactérias do que os pelos caninos, incluindo microrganismos potencialmente nocivos. O objetivo inicial do estudo era avaliar a segurança de humanos e cães utilizarem o mesmo equipamento de ressonância magnética em hospitais, mas os achados acabaram ganhando grande repercussão. Apesar dos números, os especialistas destacam que a amostra foi limitada e que isso não significa que barbas representem risco automático à saúde. Eles reforçam que hábitos de higiene, como lavar e cuidar adequadamente da barba, são suficientes para mantê-la limpa e saudável, sem causar preocupação.



