Segundo análise recente, o Brasil está entre as economias mais endividadas da América Latina e Caribe, ocupando a sexta posição no ranking da Fundo Monetário Internacional (FMI). 
Especialistas alertam que, diante dos juros altos e dificuldade para vender dívida prefixada, o País corre risco real de enfrentar “um ponto inviável” para honrar seus compromissos públicos, o que poderia levar a um cenário parecido com calotes já vistos em economias vulneráveis. 
O problema é agravado pelo déficit fiscal recorrente, o que dificulta alcançar o superávit necessário para estabilizar a dívida próxima a 2%–2,5% do PIB.



