Segundo levantamentos de institutos como o Pew Research Center, essa tendência é observada em vários países e tem relação com a priorização da estabilidade financeira, da carreira e da saúde mental.
Especialistas apontam que experiências emocionais frustrantes e o medo de novos conflitos pesam mais do que o desejo de formar um casal. Para muitos, a busca agora é por autonomia e previsibilidade emocional, em vez de compromissos longos que exigem diálogo e responsabilidade constantes.



