O trabalho no lar não é invisível para a Justiça! O STJ decidiu que mulheres que deixaram suas carreiras para cuidar da família têm direito a alimentos após o divórcio.
No caso em questão, uma mulher que dedicou 30 anos ao lar acabou dependendo do Bolsa Família após a separação, enquanto o ex-marido prosperava.
A Ministra Nancy Andrighi aplicou regras que combatem o preconceito de gênero, afirmando que a divisão desigual das tarefas domésticas não pode gerar miséria para a mulher.
Agora, o tribunal reconhece: quem cuidou da casa também ajudou o outro a crescer e merece proteção econômica.



