Melina Salazar nunca imaginou que sua paciência mudaria sua vida.
Garçonete em um restaurante no Texas, ela era a única que tratava com carinho um cliente que ninguém queria atender: Walter Buck, veterano da Segunda Guerra, exigente, ranzinza e sempre difícil.
Enquanto outras funcionárias evitavam o atendê-lo, Melina continuava servindo suas refeições exatamente como ele queria — sempre com o mesmo sorriso.
Até que um dia Walter parou de aparecer. Preocupada, ela foi atrás de notícias. Encontrou o nome dele na seção de óbitos do jornal. Ficou arrasada.
Dias antes do Natal de 2008, veio o choque:
Walter havia deixado para ela R$ 170 mil e um carro em seu testamento.
Melina era praticamente uma desconhecida… mas a única que lhe ofereceu bondade nos últimos dias de vida.
“Você nunca sabe o que alguém está enfrentando”, disse ela. “Um sorriso pode ser a única gentileza que essa pessoa vai ver naquele dia.”



