A empresária Rosângela Martins dos Santos de Lara, moradora de Peruíbe, no litoral de São Paulo, decidiu comprar um “mini porco” acreditando que o animal permaneceria pequeno e seria ideal para criar dentro de casa. O vendedor garantiu que o filhote não ultrapassaria o porte de um cachorro, mas, com o passar do tempo, Rosângela percebeu que havia sido enganada.
Batizada de Lilica, a porca cresceu rapidamente e hoje pesa cerca de 250 quilos, mede 1,60 metro de comprimento e consome aproximadamente 5 quilos de frutas, verduras e legumes por dia. O que seria uma mascote de pequeno porte acabou se tornando um símbolo curioso de estimação na região.
Apesar do tamanho impressionante, Lilica recebe cuidados especiais: tem um espaço próprio na residência da família, dorme em um colchão, toma banho regularmente e acompanha a tutora em passeios e atividades do dia a dia. Rosângela afirma já ter recebido diversas propostas de compra para abate, todas recusadas.
“Lilica não está à venda e nem será comida por ninguém”, garante a empresária, que hoje considera a porca um membro da família. A história inusitada atrai vizinhos e curiosos, que se encantam ao conhecer de perto o resultado inesperado de uma compra que começou como um engano, mas terminou em afeto e convivência singular.



