Um técnico em radiologia, de 46 anos, foi indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais por crime contra a dignidade sexual após investigação apontar que ele filmava pacientes nuas sem autorização durante exames em uma clínica na cidade de Itabira.
De acordo com a polícia, pelo menos cinco mulheres foram vítimas do profissional, que utilizava um celular escondido no jaleco para registrar imagens íntimas das pacientes no momento em que precisavam se despir para os procedimentos médicos.
O caso começou a ser investigado após denúncia feita em novembro de 2025, quando uma paciente percebeu o aparelho oculto durante um exame admissional. A partir disso, a polícia apreendeu o celular do suspeito e, após perícia, encontrou diversos vídeos, comprovando a prática recorrente.
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Segundo as investigações, o próprio técnico confessou a conduta, alegando uma suposta “motivação de segurança pessoal”. Ainda assim, o delegado responsável destacou a gravidade da situação, classificando o caso como uma grave violação da intimidade e da confiança entre paciente e profissional de saúde.
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O investigado foi indiciado com base no artigo 216-B do Código Penal, que trata do registro não autorizado de intimidade sexual. O inquérito já foi encaminhado ao Ministério Público, que irá analisar a denúncia e decidir sobre eventual ação penal.
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Redação do Cleber Vieira News



