Um dos maiores desafios da oncologia começa a ganhar novos capítulos de esperança.
Os tumores cerebrais representam cerca de 11 mil novos casos por ano no Brasil, segundo o Inca e até pouco tempo atrás, as opções de tratamento eram limitadas. Mas a ciência vem mudando esse cenário.
O destaque mais recente é o vorasidenibe, medicamento oral recém-aprovado no país para tratar gliomas de baixo grau com mutação no gene IDH. Nos estudos, ele reduziu em 60% o risco de progressão da doença ou morte, um avanço inédito para pacientes mais jovens.
Além disso, vacinas experimentais e terapias celulares como o CAR-T Cell vêm mostrando resultados animadores, sinalizando um futuro mais promissor para quem enfrenta esse tipo de câncer.
Avanços mostram: o tratamento dos tumores cerebrais já não é mais o mesmo e o futuro da oncologia é cada vez mais preciso e esperançoso.
Fonte: Instituto Nacional de Câncer (Inca), ASCO 2025, O Globo



