Um vigilante teve a demissão por justa causa mantida após apresentar atestado médico e, no mesmo período, publicar nas redes sociais fotos participando de um churrasco.
O caso chamou atenção após a empresa desconfiar da veracidade do afastamento. O trabalhador havia apresentado um atestado alegando incapacidade para exercer suas atividades, mas imagens divulgadas mostraram o funcionário em momento de lazer, aparentemente sem limitações físicas.
Diante da situação, a empresa optou pela demissão por justa causa, alegando quebra de confiança e possível má-fé. O caso foi levado à Justiça do Trabalho, onde o vigilante tentou reverter a decisão.
Ao analisar o processo, a Justiça entendeu que houve incompatibilidade entre a condição de saúde alegada e as atividades realizadas durante o período de afastamento.
Segundo a decisão, o comportamento do trabalhador comprometeu a relação de confiança necessária no vínculo empregatício, justificando a demissão por justa causa.
Especialistas destacam que o afastamento médico deve ser respeitado conforme a recomendação profissional. Caso o trabalhador realize atividades incompatíveis com a condição alegada, a empresa pode caracterizar fraude ou abuso.
Por outro lado, nem toda atividade durante o afastamento configura irregularidade — tudo depende da doença, das limitações e das provas apresentadas.
Se quiser, posso gerar também imagem para capa da notícia ou adaptar para Instagram.


