O caso do auxiliar de enfermagem Edson Izidoro Guimarães, conhecido nacionalmente como “Enfermeiro da Morte”, voltou a ganhar repercussão nas redes sociais e programas policiais em todo o país. O episódio ocorreu no Hospital Municipal Salgado Filho, no Rio de Janeiro, e ficou marcado como um dos crimes mais chocantes da história da saúde pública brasileira.
Edson foi acusado de desligar aparelhos de oxigênio e provocar a morte de pacientes internados para favorecer funerárias com as quais mantinha ligação. As investigações apontaram que ele recebia comissões por indicar serviços funerários após os óbitos das vítimas.
O caso veio à tona em 1999, após denúncias e investigações da polícia civil do Rio de Janeiro. Durante o processo, o auxiliar de enfermagem confessou participação em algumas mortes. A Justiça o condenou por homicídios ocorridos dentro da unidade hospitalar.
Além da comoção nacional, o episódio também revelou a existência da chamada “máfia das funerárias”, esquema criminoso que envolvia pagamento de propinas a funcionários hospitalares para obtenção de informações sobre pacientes mortos.
Mesmo após muitos anos, o caso ainda causa indignação e volta frequentemente ao debate público como símbolo da necessidade de fiscalização rigorosa dentro das unidades de saúde.
Redação do Cleber Vieira News


