“Mais do que pensar no alimento orgânico, é pensar no alimento agroecológico, porque há duas dimensões: para as famílias que consomem é saúde, alimento saudável que chega nas mesas, enquanto para o produtor rural há um impacto grande, porque primeiro é muito mais saudável esse tipo de produção, o custo de produção é menor. Os insumos são biológicos e mais acessíveis. Com isso, se gera renda para as famílias rurais e saúde para as famílias urbanas e rurais que consomem esse alimento”, explicou.
A ministra ressaltou o impacto no meio ambiente e o papel da agroecologia na recuperação de solos e na maximização da capacidade produtiva das famílias que vivem no campo. “Hoje temos um grande desafio, que é enfrentar mudanças climáticas, mas também enfrentar o que tem acontecido com o nosso solo. Temos um processo de perda dos nossos solos e a gente só vai conseguir fazer isso com práticas cada vez mais cuidadosas com recursos naturais”, alertou.



