Os chamados “pimple patches”, pequenos adesivos colocados diretamente sobre as espinhas, estão ganhando cada vez mais espaço nas farmácias e nas redes sociais. O produto aparece em versões transparentes, coloridas e até em formatos de estrelas e corações.
A maioria utiliza hidrocoloide, material capaz de absorver a secreção de espinhas com pus, além de criar uma barreira que evita o contato das mãos com a lesão. Segundo dermatologistas, isso pode contribuir para diminuir inchaço e vermelhidão e favorecer a cicatrização.
Também existem modelos mais modernos com microagulhas dissolvíveis, desenvolvidos para liberar substâncias diretamente na pele. Apesar da tecnologia, especialistas ressaltam que ainda há evidências limitadas sobre a vantagem adicional desses modelos.
Os adesivos funcionam melhor em determinadas espinhas inflamadas e superficiais, especialmente aquelas que apresentam o conhecido “pontinho branco”. Eles não substituem o tratamento dermatológico da acne, principalmente nos casos persistentes ou mais graves.
www1.folha.uol.com.br
Redação Cleber Vieira News


